O Congresso Nacional Brasileiro, salvo raríssimas exceções, tem demonstrado que não dá a mínima para opinião pública.
Nos últimos anos vários foram os escândalos que envolveram diversos “figurões” do cenário político nacional, que tiveram contra eles graves denúncias de improbidade administrativas, que na sua grande maioria, para não dizer todas, foram arquivados injustificadamente. Ou seja, tudo acabou em PIZZA.
O presidente do Senado José Sarney é membro da Academia Brasileira de Letras (pelo conjunto da sua obra, e que obra diga-se de passagem.), portanto presume-se que ele é um árduo defensor de nossa gramática e conhece profundamente a etimologia da palavra ÉTICA.
Sendo assim, para preservar a MORAL, o VALOR da Palavra Ética sugiro ao presidente do Senado - como imortal que é -, que ele elabore e encaminhe ao Congresso Nacional um projeto de lei que modifique o nome do Conselho de Ética para outra denominação, por razões óbvias.
Ainda que Vossa Excelência não saiba o significado ontológico da palavra ÉTICA e sua verdadeira importância no exercício ilibado da atividade pública, seria coerente e nobre da sua parte incentivar que se retire a referida palavra da nomenclatura do referido Conselho, afinal, suas deliberações contradizem totalmente a importância daquela palavra.
Aliás, quando o senhor for tomar o chá da tarde junto com os outros imortais, questione-os se eles concordam que a ÉTICA esteja atrelada a conchavos espúrios, atos públicos secretos (que paradoxo NÉ?), etc. Seria tudo isso um jogo de palavras ou uma brincadeira de puro mau gosto?
Por favor, não venha “Vossa Excelência” alegar que estás amparado pela licença poética.
A propósito, o que é ÉTICA mesmo?
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